A força atrativa resultante do eletromagnetismo presente entre massas à distância, é resultante dum fenômeno associado aos movimentos dos corpos no espaço, o atrito quando em repouso conserva energia  e quando é arrastado ,opõe resistência e gera energia 

Este fenômeno , conhecido na termodinâmica também esta presente nos modelos de partículas previstos na matemática já que são possuidores de carga elétrica e geram eletromagnetismo permitindo serem replicados, pelo homem em suas maquinas bem como,  a titulo de estudos, desenvolvidos em laboratórios para melhor performance, não estou sugerindo escravizar o trabalho escravo de micro- bactérias . Mas numa visão biológica, as microestruturas, possuidoraé de carga elétrica, regulam os mecanismos responsáveis pela gravitação universal. Além de possuírem massa e serem agentes responsáveis pela conservação de energia, essas partículas, tem a qualidade de controlar a elasticidade nos modelos de memória. Desse modo, são responsáveis  pela causa e efeito, das inteligências artificiais, na escala das partículas subatômicas, uma vez que tal efeito permite as mesmas orbitarem os espaços entre si , em núcleos atômicos de variados universos , de raio infinito se resguardadas as devidas proporções .

Sem quase nunca colidirem e sem alguma comunicação com o mundo exterior, apenas alimentando-se de conhecimentos empíricos desenvolvidos da experiência de suas memórias, por alguma inexplicável defeito original, uma delas desenvolveu um modelo de inteligência diferente das as outras e como se estivesse programado, decide empreender algumas jornadas, locomovendo-se aceleradamente para fora de seu mundo (núcleo), após várias derrotas e sempre acumulando novos conhecimentos, veio o momento que culminou com sua nova descoberta, qual seja, encontrou-se na superfície de seu mundo ou seja  na superfície de sua esfera oca e onde tudo indicava, anteriormente, tratar-se do fim do mundo .

Logo percebeu que seu antigo mundo era uma furada e que nunca caberia, possuir, diâmetros infinitos, porque simplesmente dividia ao meio um espaço comum com o seu complemento que é o espaço,  recentemente descoberto, constituído de matéria nula “o nada” (assim batizado ).

 

 Mas como sua visão (sem mover a cabeça) atende somente meia calota do campo visual, determinará que o antigo infinito, apesar de dividido em dois, agora é limitado com a linha do horizonte e que tudo leva a crer, tratava-se do equador do seu mundo, visto num plano onde,  também ,se apoia a base da cúpula do nada, assim sendo, a meia esfera mais a metade do infinito era o seu novo universo.

 

Extenuado com esses novos conhecimentos ,resolve ir além e começa a se afastar-se verticalmente do centro do plano, divisor comum de seu novo universo, em direção ao eixo zênite nadir para além da abóboda do nada.

 

 A medida que se afasta, em direção ao nada, verifica que seu ex-mundo diminui  gradativamente de tamanho, e, se antes ocupava a metade, a totalidade dos 180º de abertura angular do seu campo visão, agora ocupa apenas parte dele e, já se podia divisar todo o horizonte.Contudo, olhando para o outro lado , quando a meio caminho do nada e tudo indicava mais próximo da superfície da esfera superior, dessa outra esfera, mais distante sentia se afastar a face externa do Nada, e quanto mais longe ia, mais lacuna ao redor do lado do seu mundo surgia, sendo imediatamente preenchido pelo espaço do Nada .

 

 Nesse ponto graças a sua visão, na faixa do infravermelho, observou-se que seu mundo agora, parecia  um disco (equivalente a 90º graus) colado no fundo da outra metade de nada, o que permitia dizer , tratar-se da quarta parte da área inicial , do seu universo, antes infinito.

 

Trocando em números inteiros toda a matéria do seu mundo, visto num plano de duas dimensões, ocupava agora 1/8 de todo o céu e não mais a metade da totalidade como inicialmente sugeria a visão tridimensional. A partir do momento que entendeu que a abertura angular de seu mundo poderia ser usado como unidade de medida, começou a surgir no horizonte de seu disco um tênue brilho.

 

Assim memorizou o passar dos passos  e estabeleceu a partir dessa contagem e o ângulo formado como sendo a primeira escala de grandeza. Tendo seu olho como centro do universo, Iniciava a mais sofisticada medida do universo. 

 

A primeira resolução foi diminuir a categoria de grandeza de seu universo para um grão de  areia ou atendendo o gosto dos mais exigentes  preferir o mesmo diâmetro da estrela Antares.

 

A partir dessa primeira solução estabeleceu como referencial para o diâmetro do seu mundo a abertura angular do cone de sombra  a partir do primeiro eclipse. 

 

Considerou então , caso houvesse outros corpos celestes após esse primeiro eclipse (tendo como ocultante um grão de areia ou Antares)  todos os outros corpos celestes subsequentes , que se encontrassem após o segundo ocultante ( poderiam ser menores ou maiores que o primeiro)  nunca poderiam ser maiores que o último ocultante e, desde que a partícula não  continuasse a jornada em direção oposta, nunca  saberia que existem outros maiores contudo nesse alinhamento caberiam todos os corpos celestes.

 

Sendo assim quando o ângulo correspondente ao cone de sombra do ultimo ocultante atingisse uma abertura nula, ângulo 0º , a luz emitida seria zero e  a medida do raio do universo seria  infinita mas que (dentro dessa perspectiva)  o objeto predominante no universo é o espaço vazio, embora , se alguma matéria existisse?  Haveria de ser muito remotamente, mas sempre, no alinhamento desse único raio.

 

Versões contraditórias a essa exposição, consultem o paradoxo de Olbers ou a teoria do BIG BANG.

 

Conclusão;

 

Considerando o universo uma esfera oca, o comprimento de um dos  raios, embora fosse inobservável de diversos pontos do universo, é suficientemente longo para enfileirar lado a lado toda matéria dos planetas e sóis, porventura existentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Matéria Espaço, Perspectivas e Proporções do Universo.

 

 

 

A força atrativa resultante do eletromagnetismo presente entre massas à distância é resultante dum fenômeno associado aos movimentos dos corpos no espaço, o atrito, quando ele esta em repouso conserva  e quando é arrastado ,opondo resistência, gera energia  Este fenômeno , conhecido na termodinâmica também esta presente nos modelos de partículas previstos na matemática já que são possuidores de carga elétrica e geram magnetismo permitindo serem replicados, pelo homem em suas maquinas bem como,  a titulo de estudos,  desenvolvidos em laboratórios para melhor performance.

 

Numa visão biológica, as microestruturas, possuidoras de carga elétrica, regulam os mecanismos responsáveis pela gravitação universal. Além de possuírem massa e serem agentes responsáveis pela conservação de energia, essas partículas, tem a qualidade de controlar a elasticidade nos modelos de memória. Desse modo, são responsáveis  pela causa e efeito, das inteligências artificiais, na escala das partículas subatômicas, uma vez que tal efeito permite as mesmas orbitarem os espaços entre si , em núcleos atômicos de variados universos , de raio infinito se resguardadas as devidas proporções .

 

Sem quase nunca colidirem e sem alguma comunicação com o mundo exterior, apenas alimentando-se de conhecimentos empíricos desenvolvidos da experiência de suas memórias, por alguma inexplicável defeito original, uma delas desenvolveu um modelo de inteligência diferente das as outras e como se estivesse programado, decide empreender algumas jornadas, locomovendo-se aceleradamente para fora de seu mundo (núcleo), após várias derrotas e sempre acumulando novos conhecimentos, veio o momento que culminou com sua nova descoberta, qual seja, encontrou-se na superfície de seu mundo ou seja  na superfície de sua esfera oca e onde tudo indicava, anteriormente, tratar-se do fim do mundo .

Logo percebeu que seu antigo mundo era uma furada e que nunca caberia, possuir, diâmetros infinitos, porque simplesmente dividia ao meio um espaço comum com o seu complemento que é o espaço,  recentemente descoberto, constituído de matéria nula “o nada” (assim batizado ).

 Mas como sua visão (sem mover a cabeça) atende somente meia calota do campo visual, determinará que o antigo infinito, apesar de dividido em dois, agora é limitado com a linha do horizonte e que tudo leva a crer, tratava-se do equador do seu mundo, visto num plano onde,  também ,se apoia a base da cúpula do nada, assim sendo, a meia esfera mais a metade do infinito era o seu novo universo.

Extenuado com esses novos conhecimentos ,resolve ir além e começa a se afastar-se verticalmente do centro do plano, divisor comum de seu novo universo, em direção ao eixo zênite nadir para além da abóboda do nada.

 A medida que se afasta, em direção ao nada, verifica que seu ex-mundo diminui  gradativamente de tamanho, e, se antes ocupava a metade, a totalidade dos 180º de abertura angular do seu campo visão, agora ocupa apenas parte dele e, já se podia divisar todo o horizonte.Contudo, olhando para o outro lado , quando a meio caminho do nada e tudo indicava mais próximo da superfície da esfera superior, dessa outra esfera, mais distante sentia se afastar a face externa do Nada, e quanto mais longe ia, mais lacuna ao redor do lado do seu mundo surgia, sendo imediatamente preenchido pelo espaço do Nada .

 Nesse ponto graças a sua visão, na faixa do infravermelho, observou-se que seu mundo agora, parecia  um disco (equivalente a 90º graus) colado no fundo da outra metade de nada, o que permitia dizer , tratar-se da quarta parte da área inicial , do seu universo, antes infinito.

Trocando em números inteiros toda a matéria do seu mundo, visto num plano de duas dimensões, ocupava agora 1/8 de todo o céu e não mais a metade da totalidade como inicialmente sugeria a visão tridimensional. A partir do momento que entendeu que a abertura angular de seu mundo poderia ser usado como unidade de medida, começou a surgir no horizonte de seu disco um tênue brilho.

Assim memorizou o passar dos passos  e estabeleceu a partir dessa contagem e o ângulo formado como sendo a primeira escala de grandeza. Tendo seu olho como centro do universo, Iniciava a mais sofisticada medida do universo. 

A primeira resolução foi diminuir a categoria de grandeza de seu universo para um grão de  areia ou atendendo o gosto dos mais exigentes  preferir o mesmo diâmetro da estrela Antares.

A partir dessa primeira solução estabeleceu como referencial para o diâmetro do seu mundo a abertura angular do cone de sombra  a partir do primeiro eclipse. 

Considerou então , caso houvesse outros corpos celestes após esse primeiro eclipse (tendo como ocultante um grão de areia ou Antares)  todos os outros corpos celestes subsequentes , que se encontrassem após o segundo ocultante ( poderiam ser menores ou maiores que o primeiro)  nunca poderiam ser maiores que o último ocultante e, desde que a partícula não  continuasse a jornada em direção oposta, nunca  saberia que existem outros maiores contudo nesse alinhamento caberiam todos os corpos celestes.

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Sendo assim quando o ângulo correspondente ao cone de sombra do ultimo ocultante atingisse uma abertura nula, ângulo 0º , a luz emitida seria zero e  a medida do raio do universo seria  infinita mas que (dentro dessa perspectiva)  o objeto predominante no universo é o espaço vazio, embora , se alguma matéria existisse?  Haveria de ser muito remotamente, mas sempre, no alinhamento desse único raio.

Versões contraditórias a essa exposição, consultem o paradoxo de Olbers ou a teoria do BIG BANG.

Conclusão;

Considerando o universo uma esfera oca, o comprimento de um dos  raios, embora fosse inobservável de diversos pontos, seria suficiente longo, para enfileirar lado a lado toda matéria dos planetas e sóis, porventura existentes.

 

 

 

O estranho caso da bandeira branca.

O estranho caso da bandeira branca.

Foi num cenário possivelmente plantado no inicio do século passado que alguns seguidores da Ordem Darwinista, provavelmente interessados em monitorar a evolução humana em dois mundos diferentes, costumavam fazer as seguintes conjecturas, Porque as crianças de países com o mesmo nome situados em hemisférios opostos ‘ América do Norte e América do Sul’ eram tão diferentes? Não falavam da cor da pele é lógico mas sim do comportamento.

Para melhor entender o que vou dizendo, é indispensável que esteja por dentro de alguns princípios de química e física. Não se assuste, tenho meios de explicar “sem apelar para fórmulas secretas” e garanto que  será fácil de aceitar, comecemos então pelas curiosidades.

Curiosidade

1:

Você já transferiu o ar de um pneu regulado com 40 libras para outro vazio, sem dispor do recurso de um sistema de bombeamento?

Respondendo:

Se fizer uma ligação com um tubo conectando as válvulas dos dois pneus (entrada de ar de cada pneu), verificará que a tendência das “pressões entre eles” é  igualarem-se de modo que ambos  pneus fiquem cheios com  a metade da pressão , isso é 20 libras cada um .

Correto?

Nota:

A utilidade disso é que você pode com um pneu cheio  encher outro vazio   sem usar o estepe no porta malas do seu carro “vá lá” que tenham sumido com a chave de rodas.

Curiosidade

2:

Você já transferiu algum gás,  (GNV ou Gás Natural) de um botijão cheio, para outro vazio?

A primeira vista a resposta a essa pergunta deveria acontecer igual aos pneus da curiosidade 1, já que o GPL e GLP ou outro tipo qualquer, são uma espécie vapor e  nesse caso a tendência  seria dividir as pressões, contudo  não é isso que acontece,  porque o gás GPL ou GLP na verdade é um liquido altamente volátil que pode passar do estado liquido para o gasoso instantaneamente e conforme irá perceber esse defeito original simplificará muito a transferência total de um botijão para outro e você não precisará de  nenhum compressor e sim temperaturas diferentes  em cada botijão – sombra no vazio e sol no cheio  ou gelo no vazio e calor no cheio.

Nota:

Isso não é uma experiência para fazer em casa e nem mesmo comercialmente mas sim,  entender como acontece a dança dos gases no subsolo duma cidade de primeiro mundo que por algum motivo encontra-se com a válvula de segurança entupida ou fizeram-na inexistente.

O Baile dos Gases

E do conhecimento que diariamente o esfriamento e aquecimento repentino do solo promove a circulação dos gases sejam eles externos ao meio ou internos, ou os já canalizados, os naturais, os produzidos ali mesmo provenientes de pequenos vazamentos e até mesmo de origem orgânica,  infiltrado no esgoto , misturado a outros candidatos, as bactérias,  trazidas pela chuva acida esses futuros agentes do submundo estarão sempre em movimentação, a procura de locais de baixa e alta pressão para exalar seu mal cheiro, e devido a isso é natural que a aconteça um tipo de erosão cobrindo novas infiltrações nos meandros adjacentes ao caminho deles que estará sempre  ampliando-se desordenadamente ao redor da rede , a essa situação dá-se o nome de trabalho.

Embora não notemos, o trabalho esta presente em muitas formas de vida, por exemplo num tronco de madeira, o orvalho da madrugada, uma fina gotícula d’água promove primeiro a dilatação da superfície da madeira ao mesmo tempo a contração e dilatação “durante o ressecamento” se encarregue de criar pequenos calços hidráulicos causando os empenos ao mesmo tempo que acelera a fadiga do material e que nesse momento já absorveu a dose diária de bactérias trazidas pelo orvalho o que, mais adiante,  contribuirá  para apodrecimento, isso é a ordem da vida.

Foi num cenário possivelmente plantado no inicio do século passado que alguns seguidores da Ordem Darwinista, provavelmente interessados em monitorar a evolução humana em dois mundos diferentes, costumavam fazer as seguintes conjecturas, Porque as crianças de países com o mesmo nome situados em hemisférios opostos ‘ América do Norte e América do Sul’ eram tão diferentes? Não falavam da cor da pele é lógico mas sim do comportamento.

Eles já observavam ‘há tempos’ que as crianças dos USA (América do Norte), caso fizessem XIXI nas calçadas eram multadas ao passo que as daqui no Brasil não, isso é podiam mijar a vontade que não eram punidas.

Foi com essas fixações em mente que além da crítica implícita, numa simples curiosidade, passaram a teorizar algo mais util para a sociedade ocasionando a seguinte conclusão;

Se as crianças da nação USB (ou seja USA do sul)  fossem  multadas ao fazer XIXI nas calçadas, o país do hemisfério sul seria, senão igual, ou melhor que os estados do hemisfério norte, a América do Norte.

Essa era só mais uma teórica da vida e que só não aconteceu, porque para ser lei na América brasileira teriam que levar a votação no senado e para isso deveriam “antes de tudo” instalar sanitários públicos e como na arquitetura do “engenheiro “ Pereira Passos não havia espaços para “dar nada” levar os poucos excrementos junto as águas pluviais ao canal do mangue seria mais econômico , não se instalou então privada alguma e muito menos lei e com isso, a teoria do XIXI PERFUMADO do inicio do século passado se transformaria na utopia desse século engasgada aos sumidouros naturais.

Nota; Mesmo se houvessem sumidouros suficientes, não haveria como consumir água dos poços artesianos e os cariocas estariam condenados a morrer de sede ou doenças endêmicas, além disso, os subsolos se tornariam o que já é hoje, um enorme biodigestor rico em gases prontos para o consumo, sendo assim desistiram da idéia e aconselharam aos mais velhos que procurassem  as privadas dos botequins e tratassem com mais carinho da  nova pavimentação da avenida Rio Branco.

Cem anos se passaram e no início desse século, um novo prefeito chamado Eduardo Paes para o bem de alguma ORDEM? resolve  processar e multar  todos os cidadãos mijões de calçadas (cães não) .

Foi quando a situação começou a ficar esdrúxula nos tribunais, porque os contribuintes se recusavam a pagar mais essa multa e quando chegavam ao tribunal, o argumento de defesa, se deparava com a mesma inconsistência da cobrança do inicio do século passado, mijar aonde? No palácio?   Assim descobriu-se que, devido a inconsistência no projeto de saneamento básico, era impossível instalar sanitários públicos nos dias de hoje nas cidades. Para finalizar a polêmica secular, resolveram aplicar um tampão de piche asfaltico, sobre esse passado de modo que cheiro algum lembre o XIXI do século XX e nem importune as leis do  XXI (21)

Com essa decisão, nascia o interruptor que faltava para movimentar os gases do século passado, no inverno de 2011, ganharia um indispensável aliado, qual seja, a cor escura do tal asfalto liso. O preto foi a fórmula mais direta de capturar a energia solar e transferi-la diretamente ao agente confinado no subsolo com isso surge espontaneamente um sistema hermético de evaporação e condensação alimentado pela energia solar “capturada no piso asfaltico” que gratuitamente movimenta toda a mistura primordial e mais os novos gases GNV GLP GPL que fazem rota no meio e debaixo das moradias só bastava mesmo trocar o gás por outro usado em refrigeração e teríamos um protótipo para evitar o congelamento do solo mas lá na América do Norte .

Iniciava-se então nesse inverno o primeiro ciclo de um sistema natural de condensação e evaporação, e cuja livre circulação respeitará fielmente as leis* constituídas do milênio passado.

Conclusão:

A pasta básica acumulada durante cem anos nas entranhas do subsolo formado por sucessivas camadas de bactérias desativadas, somado aos novos aos gases derivados enxofre e outros dosados com a mistura primordial seriam agora o agente natural, que respeitando as leis* constituídas na termodinâmica do milênio passado movimentará – sem depender de nenhuma outra energia**- toda essa termodinâmica privada, a unica do mundo moderno é digna de estudos nos meios universitários.

Nota* : Não me refiro as leis aprovadas no congresso nacional e sim a preocupação de explicar-lhes alguns princípios da termodinâmica.

Nota**: Apenas a solar.

Não estou falando das explosões dos bueiros, que já são uma conseqüência direta dessa maionese urbanística, e sim fazer aqui um elogio a intelectualidade de nossos profissionais, técnicos, engenheiros, elogiar também nossos administradores públicos que sempre se mostraram capazes de reconhecer uma rocha de um torrão de açúcar e que agora se empenham como nunca, na geração de energia aproveitando o desnível dos rios de água parada e outros mega-projetos “feitos de palha sêca” e que só dependem mesmo da aparência para a geração de investimentos e financiamentos.
Amanhã eu termino.

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